quarta-feira, 18 de abril de 2018

Palavras Sentidas


"Quando só há uma pessoa no mundo que realmente sabe como a vida nos tratou, por vezes essa pessoa é a que mais custa enfrentar."

Procuro-te
Lesley Pearse

sábado, 14 de abril de 2018

"Em Parte Incerta" de Gillian Flynn [Opinião]


Li este livro por recomendação da Silvana que, de vez em quando, lá me começava a falar dele muito entusiasticamente.

O livro inicia-se com o desaparecimento de Amy, a esposa de Nick, no dia em que comemoram 5 anos de casamento. Nick começa a ser visto como o principal suspeito e, com a pressão da polícia, desata a mentir e a comportar-se de forma desadequada, o que em nada abona a seu favor. Será ele realmente um assassino? E se não é ele o culpado, onde está a sua mulher?

Este não é um livro que cative logo desde o início. A primeira metade do livro é aborrecida, decorre muito lentamente e, por vezes, a leitura mostra-se custosa.
Eu li-o em formato e-book, no computador, o que já de si é cansativo e me provoca impaciência. Assim, é provável que o aborrecimento que senti na parte inicial do livro tenha sido exacerbado pelo facto de ler em suporte digital.

A primeira parte provocou-me vários sentimentos: não consegui sentir pena de Nick, ele apenas me dava vontade de rir porque era tão tótó, tão sem ação, tão incapaz de fazer alguma coisa que não fosse incriminar-se ainda mais. Cada comportamento dele, por mais pequeno que fosse, fazia crescer as suspeitas.
A Amy, que conhecemos através das páginas do seu diário, irritou-me por ser mimada a infantil. Achei-a tão desinteressante que cheguei mesmo a desejar que ela estivesse morta algures numa valeta.
Senti tudo isto à medida que combatia o tremendo aborrecimento por a história não avançar.

Assim que chegamos à segunda metade do livro, a história sofre uma enorme reviravolta e a autora deixa o leitor de boca aberta. Afinal, tudo o que lêramos até então não passou de uma preparação, um contexto para justificar o que verdadeiramente aconteceu.
Conhecemos uma nova Amy ou, mais especificamente, a verdadeira Amy, já que a anterior, a do diário, era apenas ficção. Esta nova Amy é muito mais maquiavélica do que se pode imaginar.

Neste momento, senti que a leitura melhorou muito e a minha vontade de descobrir mais fez-me virar as páginas com mais rapidez.
Se decidirem ler este livro, tenham paciência com a primeira parte; por muito aborrecida que vos pareça, garanto que vale a pena continuar.

O livro está muito bem construído, tem diálogos interessantes e uma parte policial bastante coerente. As atitudes de Amy surpreendem-nos sempre, mesmo quando parece que ela não pode fazer pior. Gostei mesmo muito de toda esta maldade.

Apenas o final deixou algo a desejar e acabou por saber a pouco. Agora que reflito sobre isso, penso que o final fez sentido, embora tenha sido dececionante. A autora foi tão minuciosa, espicaçou tanto a minha curiosidade que esperava algo realmente estrondoso no fim.

No geral, a experiência foi muito positiva e recomendo vivamente esta leitura. Fiquei curiosa por ler outros trabalhos da autora, onde também existem personagens perturbadas. Vou tentar dedicar-me a eles brevemente.

Classificação: 4/5 estrelas

quinta-feira, 12 de abril de 2018

"O Grande Jogo dos Detetives" de Caroline Carlson [Divulgação]

Título Original: The World's Greatest Detective
Autora: Caroline Carlson
Edição: 2018
Editora: Clube do Autor
Páginas: 360
PVP: 13,50€

QUEM É O MAIS RÁPIDO A DESCOBRIR O CRIMINOSO?

«Os diálogos vivos, as personagens inteligentes e as reviravoltas inesperadas prometem manter os jovens detetives presos à leitura.»
Booklist, starred review

«Uma aventura calorosa e cheia de humor, capaz de levar os leitores a apaixonar-se eternamente por este género.»
The Horn Book Magazine

«Para todos os que gostam de histórias de detetives com experiências, disfarces, interrogatórios e revelações surpreendentes. A autora evoca um ambiente típico de Sherlock Holmes e dá pistas suficientes para manter os leitores curiosos e agarrados ao livro.»
School Library Journal

Sinopse:

A Rua dos Detetives está repleta de investigadores talentosos, mas Toby Montrose não é um deles. Ele é apenas o assistente do tio, e numa cidade onde não faltam detetives, os negócios não estão a correr muito bem e o jovem teme pelo seu futuro.

Os pais de Toby desapareceram num acidente quando ele tinha oito anos e nenhum dos seus familiares tem condições para o albergar de forma permanente. Para evitar ir para um orfanato, Toby foi passando de casa em casa. E agora o tio Gabriel é a sua última esperança.

Quando o detetive mais requisitado da cidade decide criar um concurso para escolher o «Maior Detetive do Mundo», Toby nem hesita: vai participar e ganhar o prémio para ajudar o tio e ficarem a viver juntos.

O caso torna-se perigosamente real quando um dos detetives é encontrado morto mesmo antes de o jogo começar. E agora? Quem será capaz de resolver este crime? E em quem se pode confiar? Será que o crime está relacionado com a família de Toby?

Com a ajuda de Ivy, a sua nova amiga e a melhor detetive que Toby conhece, os dois vão decifrando pistas, desafiam os profissionais mais experientes e evitam transformar-se se nas próximas vítimas…

Sobre a autora:

CAROLINE CARLSON nasceu em Massachusetts e tem um Mestrado em Escrita para Crianças do Vermont College of Fine Arts.

É autora de vários livros para jovens, incluindo a série «The Very Nearly Honorable League of Pirates». O seu primeiro livro infantil, Magic Marks the Spot, uma das escolhas do ano do New York Times, foi considerado Melhor Livro para Crianças pela American Booksellers Association e fez parte da seleção Junior Library Guild.

Atualmente, Caroline vive em Pittsburgh com a família.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Palavras Sentidas


"Talvez ninguém seja só uma coisa nesta vida, talvez coexistam em nós muitas pessoas, talvez sejam variações da mesma que se mostram conforme a luz que nelas incide, como as cores da madrepérola."

Limões na Madrugada
Carla M. Soares

terça-feira, 10 de abril de 2018

"Antes que Seja Tarde" de Margarida Rebelo Pinto [Opinião]


Este livro foi-me oferecido pela editora Clube do Autor, a quem devo agradecer. Confesso que, no entanto, foi uma surpresa agridoce: por um lado, é sempre fantástico receber um livro, por outro lado, a Margarida Rebelo Pinto não é propriamente uma escritora que me faça dar saltinhos de contentamento.

O único livro desta autora que me cativou foi o infantil A Rapariga que Perdeu o Coração, uma história ternurenta e encantadora. Cheguei a ler um dos outros seus romances, mas não fiquei fã e nunca mais voltei a ler nada da autora. Embora não estivesse muito entusiasmada com esta leitura, achei que devia dar-lhe uma oportunidade e assim poder escrever uma opiniao sincera.

Honestamente, não gostei deste livro, não houve nenhum aspeto que me tivesse agradado e achei a leitura enfadonha na maior parte do tempo. Foi um sacríficio chegar ao fim do livro e só o fiz porque acredito que devemos sempre dar uma oportunidade aos livros e não desistir ao fim de meia dúzia de páginas.


A autora explora as relações, o amor e o sofrimento dentro de casamentos que não resultaram. Aborda o tema das relações extraconjugais, das respetivas dificuldades e da efemeridade dos relacionamentos. Embora atravesse três gerações das mulheres, parece-me que este tema continua atual.

Contudo, a forma como a autora explorou a história deixou muito a desejar. O que me pareceu é que as personagens se limitavam a contar a sua história, como se estivessem a falar para alguém. Isto confundiu-me porque por vezes parecia-me que estavam a falar para o leitor e outras vezes falavam para os seus próprios amantes. É um livro onde praticamente não existe ação e pouca coisa acontece, para além de as personagens se queixarem e choramingarem por causa das relações com os seus amantes.

Confesso que este livro me exasperou, não encontrei nele nada de útil, nada de desafiante, nada que pudesse permanecer na minha memória. Nem sequer senti qualquer afinidade com as personagens. Além disso, não gosto dos clichés e das frases feitas que esta autora inclui nos seus romances.

A capa é bonita, mas muito mais adequada para um romance de época. Por outro lado, também não compreendi o título. Antes que Seja Tarde para quê? Para viver um grande amor? Para largar o amante e ganhar dignidade? Ou é só porque fica bonito e para ver se vende mais?

No geral, foi uma leitura desagradável, que não melhorou em nenhum momento e que eliminou definitivamente a pouca curiosidade que eu já tinha pelos outros livros desta autora.
Classificação: 1/5 estrelas

segunda-feira, 9 de abril de 2018

"Falta de Provas" de Harlan Coben [Opinião]


E eu lá continuo na companhia do meu querido Harlan Coben. Como ia fazer uma viagem longa de autocarro, não hesitei em levar comigo um livro dele para me manter desperta em vez de dormitar durante a viagem.

Esta história inicia-se com um telefonema que tem tudo para destruir a vida de Dan Mercer, o alvo mais recente de Wendy Tynes, uma jornalista que desmascara predadores sexuais no seu programa de televisão. Dan é acusado de estar envolvido no desaparecimento de Haley McWaid, uma adolescente que nunca se mete em sarilhos.
Contudo, o instinto de Wendy diz-lhe que algo não bate certo neste caso. E se tiver denunciado o homem errado?

Ao contrário do seu último thriller - Sinto a Tua Falta - que não me cativou da forma que esperava, este agarrou-me desde as primeiras páginas. Começou tudo a acontecer muito depressa e a minha curiosidade levou-me a ler página atrás de página, a um ritmo vertiginoso.

À medida que Wendy procura investigar o passado de Dan e perceber se ele estará efetivamente envolvido no desaparecimento de Haley, vê-se no meio de uma teia de escândalos que remotam ao passado.

O passado é um tema recorrente nos thrillers de Harlan Coben. Penso até que está presente em todos os seus livros, pelo menos em todos os que já tive o prazer de ler. O passado nunca fica quieto, antes pelo contrário, arranja sempre uma forma de voltar a assombrar a nossa vida, passe o tempo que passar.

Esta é uma história que aborda temas como a perda e o luto, o papel dos pais na educação dos seus filhos, o alcoolismo na adolescência, o sensacionalismo televisivo e a justiça pelas próprias mãos. É também uma história sobre o perdão e a importância de sabermos perdoar os outros e a nós próprios.

Harlan Coben não deixa de me surpreender com a sua mestria, com a forma como surpreende e agarra o leitor, como une de forma excelente todas as peças do puzzle.
Uma leitura recomendada a quem apreciar thrillers de ação rápida e reviravoltas surpreendentes!

Classificação: 4/5 estrelas

domingo, 8 de abril de 2018

Postais pelo Mundo | Portugal

Passou algum tempo desde que vos mostrei um postal. Este chegou cá a casa durante a semana, foi o prémio de um jogo do fórum do Postcrossing no qual já não me lembrava de ter participado, por isso o postal surpreendeu-me.

Na fotografia podemos ver a Ermida de Nossa Senhora da Paz, situada na Ilha de São Miguel, Arquipélago dos Açores.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Os motivos]


O segundo livro deste ano já chegou a casa da Silvana. Para compensar o meu atraso, tentei enviar-lhe um bom livro e fico a torcer para que lhe encha as medidas.

Aqui está o livro que escolhi:


Motivos da minha escolha:

  • Basicamente porque adorei esta história diabólica e estou ansiosa por poder partilhá-la com a Silvana e ver se ela também vai formar uma opinião positiva.

Espero que gostes. Boa leitura!

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Palavras Sentidas


"É isso que se faz quando se tem um filho, não é? Expor-se a uma dor inimaginável e depois a tentativa de ignorar as possibilidades."

Reino de Feras
Gin Phillips

terça-feira, 3 de abril de 2018

Livro do Mês: Março

O mês de março chegou ao fim e é o momento de fazer o habitual balanço de leituras.

Estes foram os livros que me acompanharam ao longo do mês de março:


Foram três leituras diversificadas que me agradaram cada uma à sua maneira.
Tive ainda tempo de iniciar outras leituras que espero conseguir terminar nos próximos dias.

O livro que vou eleger este mês foi aquele que mais me divertiu; é um verdadeiro livro anti-depressão e que recomendo a quem quiser passar umas boas horas de descontração, com muita gargalhadas pelo meio.

LIVRO DO MÊS


segunda-feira, 2 de abril de 2018

Aquisições: Março

Não sei se é impressão minha, mas o tempo tem passado a voar e mais um mês já nos disse adeus. Espero que abril nos traga finalmente algum sol e calor porque chuva em excesso também chateia.

Vamos agora ver os livros que chegaram cá a casa durante o mês de março.

- O primeiro livro foi uma compra do mês de fevereiro, que só este mês chegou cá a casa.
O do Nuno Nepomuceno comprei-o usando um voucher de 15€ na Fnac. Foi uma ótima compra dado que o livro é caro e o voucher pagou quase a totalidade do livro.

COMPRA


- Recebi uma oferta da editora Clube do Autor. Muito obrigada! Espero conseguir lê-lo brevemente e escrever a respetiva opinião.

OFERTA EDITORA


Como correu o vosso mês no que diz respeito a aquisições literárias?

quarta-feira, 28 de março de 2018

Palavras Sentidas


"A beleza arranjava sempre refúgio na fealdade. Verdade seja dita, a beleza nem sequer podia propriamente existir sem a fealdade. Pois como pode haver luz sem haver escuridão?"

Sinto a Tua Falta
Harlan Coben

segunda-feira, 26 de março de 2018

"Claraboia" de José Saramago [Opinião]


Hoje comemora-se o Dia do Livro Português e decidi assinalar a data trazendo-vos a opinião de um livro de José Saramago.

Esta foi a minha primeira aventura com as obras de José Saramago. Tenho de confessar que sempre tive reservas em relação a este autor porque me fazia confusão o facto de ele não usar pontuação.
Creio que esta minha "mania" começou há vários anos, numa aula de Literatura, na universidade, em que o professor nos levou um excerto de um livro de José Saramago e nos propôs, como exercício, que colocássemos a devida pontuação no texto. Certamente que o professor não teve intenção de nos desencorajar de ler Saramago, mas penso que foi nesse momento que começou a minha embirração com o autor.

Entretanto, passaram vários anos e senti que não fazia muito sentido ler tanto e, contudo, nunca ter lido nenhuma obra do único autor português a receber o Nobel da Literatura. Assim, achei que devia dar uma oportunidade ao autor.

Comecei pelo romance Claraboia, uma das primeiras obras que o autor escreveu (foi terminada em 1953) mas que só foi publicada pelos seus herdeiros após o seu falecimento.

Claraboia é a história de vários inquilinos que vivem no mesmo prédio e cujas vidas se entrelaçam sucessivamente num enredo.
O primeiro capítulo dá-nos a conhecer todos os inquilinos, passando de uns para outros, como se uma câmara de filmar fosse captando imagens de todos eles à medida que se movimentam no seu quotidiano. Posteriormente, cada capítulo é dedicado a um inquilino diferente.

Senti-me rapidamente cativada por estas diferentes personagens e pela forma como o autor nos descrevia o seu dia a dia e os seus pensamentos. Era como se estivesse dentro de casa de cada uma destas personagens. Foi muito interessante conhecer as suas vidas, os mexericos, os segredos, as aparências.
Achei especialmente interessantes as conversas entre Silvestre e Abel, que deixam lições de vida sobre as quais vale a pena refletir.

No que diz respeito à escrita do autor, este romance ainda tem pontuação, a característica que desaparece posteriormente nos trabalhos do autor. Por esta razão, parece-me que é um bom livro para quem desejar estrear-se nas obras de Saramago.
Quanto a mim, prometo que vou continuar a explorar as obras deste autor. Dentro de algumas semanas, talvez me aventure com o Memorial do Convento.

Classificação: 3/5 estrelas

sábado, 24 de março de 2018

"Every Breath" de Nicholas Sparks [Divulgação]

Nicholas Sparks já anunciou o seu novo livro - Every Breath. Partilho convosco a capa e a sinopse retiradas do site oficial do autor.

Parece que vem aí uma nova história de amor que promete ser arrebatadora. Já estou em êxtase!

O livro será publicado a 16 de outubro nos EUA e possivelmente chegará pouco depois a Portugal.


In the romantic tradition of The Notebook and Nights in Rodanthe, #1 New York Times bestselling author Nicholas Sparks returns with a story about a chance encounter that becomes a touchstone for two vastly different individuals—transcending decades, continents and the bittersweet workings of fate.

Hope Anderson is at a crossroads. At 36, she's been dating her boyfriend, an orthopedic surgeon, for six years. With no wedding plans in sight, and her father recently diagnosed with ALS, she decides to use a week at her family's cottage in Sunset Beach, North Carolina, to ready the house for sale and mull over some difficult decisions about her future.

Tru Walls has never visited North Carolina, but is summoned to Sunset Beach by a letter from a man claiming to be his father. A safari guide, born and raised in Zimbabwe, Tru hopes to unravel some of the mysteries surrounding his mother's early life and recapture memories lost with her death. When the two strangers cross paths, their connection is as electric as it is unfathomable . . . but in the immersive days that follow, their feelings for each other will give way to choices that pit family duty and personal happiness against each other in devastating ways.

Illuminating life's heartbreaking regrets and enduring hope, Every Breath explores the many facets of love that lay claim to our deepest loyalties—and asks the question, How long can a dream survive?

sexta-feira, 23 de março de 2018

"Um Pedaço de Viagem" de Rúben Marques [Divulgação]

Para os apreciadores de poesia, aqui está um livro de um autor português, recentemente publicado pela Chiado Editora.


Autora: Rúben Marques
Data da publicação: Janeiro de 2018
Páginas: 140
Coleção: Prazeres Poéticos
Género: Poesia
Preço: 11,00€ (papel); 3,00€ (ebook)
Sinopse:

Os poemas são profundamente marcados por uma relação entre a dimensão interior do poeta e o universo envolvente, relação essa que fica transposta para o livro como um todo. Como forma de reforçar essa relação, o livro foi dividido em quatro capítulos alusivos às estações do ano, ou seja, como se o poeta e a natureza caminhassem lado a lado numa viagem, em que cada poema constitui um passo.

No capítulo da Primavera os poemas transparecem uma ideia de renascimento e uma forma inocente de olhar o mundo, no Verão existe amadurecimento proporcionado pelo alargamento de horizontes, no Outono surgem alguns medos ligados à inexorabilidade da passagem do tempo, marcada pela inevitabilidade da queda das folhas, por fim, no capítulo do Inverno surgem algumas conclusões derivadas da aprendizagem ao longo do percorrer do caminho que é a vida.

Sobre o autor:

RÚBEN ANTÓNIO SILVA MARQUES nasceu em Louriceira, Alcanena, no ano de 1994. Formou-se em Gestão do Território pelo Instituto Politécnico de Tomar. Actualmente, é operário fabril.

O seu primeiro livro de poesia, Segredos Despertados, data de 2013, sendo a publicação de Um Pedaço de Viagem uma etapa no seu amadurecimento poético e pessoal.